quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ser feliz...

Não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações.
É ser alegre, mesmo se vier a chorar;É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital; É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos;É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque;É sempre ser jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem. É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso;É amar os pais, mesmo se eles não compreenderem;É agradecer muito, mesmo se as coisas derem erradas;É transformar erros em lições de vida;


Ser feliz é sentir o sabor da água, sentir o frescor de uma brisa a tocar-lhe o rosto, é sentir o cheiro de terra molhada;É extrair das pequenas coisas, grandes emoções;É encontrar todos os dias, motivos para sorrir, mesmo que não existam grandes fatos;É rir de suas próprias tolices;É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções;É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias;É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida... e perceber o quanto é fácil e simples ser feliz...

Ser menina...

Ser menina é sonhar, mesmo que seja com coisas bobas. É imaginar como seria o seu grande amor...É criar o seu próprio conto de fadas. Pensar em como seria o dia do casamento. Escolher o nome que daria a filha ou ao filho...É passar a maquilagem da mãe e ficar-se imaginando ser "gente grande". É se arrumar toda nem que seja para ir em uma festinha...Ser menina é ser aquela garota que mesmo que não seja notada ela é quem ela é... Seu próprio jeito de ser, ser menina.

sábado, 23 de julho de 2011

CHIQUE É SER BREGA...


Atire o primeiro pinguim de geladeira quem nunca foi brega pelo menos uma vez na vida! Se você não tiver, não tem problema! Jogue aqueles imãs que você faz questão de enfeitá-la. Brincadeiras à parte, vale a pena fazer uma reflexão sobre o lado brega que existe em cada um de nós, e que fazemos questão de esconder. A maioria das pessoas sublima o seu lado brega por meio do consumismo de clássicos da literatura, cinema e música do tipo cult, transformado-se em verdadeiros pseudo-intelectuais, sem muita profundidade em seus conhecimentos.